O REIKI NA FASE GESTACIONAL E PÓS-PARTO

Tá aguardando a chega do bebê? Você pode tornar tudo muito melhor para você e para ele.

Reconhecido pela OMS (Organização Mundial da Saúde) como método complementar, não invasivo para alívio e tratamento da dor, o Reiki tem se tornado cada vez mais popular entre as mulheres em estado gestacional e as puérperas.

"A técnica, que se dá através da imposição de mãos, teve origem no Japão e se baseia no princípio de que tudo no universo é feito de energia e que essa energia vital flui em torno de nós e através de nós, sendo capaz de nutrir nossas células, órgãos e glãndulas. Quando esta energia está em desequilíbrio ou baixa, estaremos mais suscetíveis à presença de enfermidades e quando está equilibrada temos a chance de acessar nossa capacidade inatada de bem-estar e cura."

As mulheres em busca de alívio para os desconfortos físicos e estresse emocional vividos nos períodos mais delicados da maternidade encontram no Reiki um caminho complementar para acessar essa energia sutil de bem-estar. Um estudo recente, com gestantes, realizado pelo hospital de Hartford, em Connecticut, EUA, mostrou que os benefícios do Reiki podem auxiliar bastantes a saúde das futuras mamães. Os números da pesquisas são bem significativos e demonstram que:
94% das gestantes tiveram os níveis de estresse e ansiedade reduzidos;
78 % sentiram menos dores;
80% sentiram menos enjoos e náuseas matinais;
86% mostrou que a qualidade do sono melhorou após as sessões.

Muitas gestantes optam por esta prática integrativa e complementar, pois ela não apresenta contraindicações ou riscos e podem ser recebidas desde o momento em que se descobre que está grávida, ao contrário de algumas outras técnicas, em que é preciso esperar o primeiro trimestre passar.

Atendimento às gestantes
O Reiki poderá ser útil especialmente para:
• Preparação para o parto natural;
• Redução do estresse e ansiedade;
• Preparação para dar a luz após um parto traumático anterior:
• Para reconectar o corpo e a mente;
• A recuperação de um parto traumático;
• Recuperação em caso de perda da gravidez (aborto):
• Trabalhando com a fertilidade (alívio da ansiedade e reequilíbrio);
• Melhorar a autoconfiança;
• Diminuição dos processos de enjoos;
• Diminuição das dores;
• Diminuir a ansiedade pré-parto;
• Reequilibrar os níveis hormonais;
• Prevenção da azia;
• Tratar os campos emocionais e psicológicos;